

Não aceite PERDER DINHEIRO!

Você já decidiu desistir do negócio? o próximo passo é saber, antes de aceitar qualquer proposta, exatamente quanto você pode receber no distrato. Talvez você possa receber até 100% de tudo que foi pago, mas estão tentando impor perdas indevidas.
Nós, do escritório Tapai Advogados, sabemos como recuperar o seu dinheiro.
Existem três cenários principais, e cada um muda o valor que você pode receber:
Atraso na entrega do imóvel;
Imóveis HIS e HMP vendido para investidores;
Descumprimento contratual;
Problemas na obra ou no projeto.
O consumidor tem direito de receber 100% dos valores pagos
Existem três cenários principais, e cada um muda o valor que você pode receber:
Atraso na entrega do imóvel;
Imóveis HIS e HMP vendido para investidores;
Descumprimento contratual;
Problemas na obra ou no projeto.
O consumidor tem direito de receber 100% dos valores pagos
Não conseguiu ou não deseja continuar com o contrato, mesmo com a obra em dia.
É possível buscar restituição de aproximadamente 75% dos valores pagos.


Compra durante viagem ou em resorts;
Pressão comercial no momento da assinatura;
Arrependimento após entender o contrato.
É possível buscar a devolução de até 100% dos valores pagos.


A maioria das pessoas perde dinheiro porque:
Aceita a proposta da construtora sem análise;
Acredita que o contrato não pode ser discutido;
Assina acordos com perdas muito maiores do que deveria;
Perdem a correção dos valores pagos durante anos.
No Tapai Advogados você encontra:
Análise direta e objetiva do seu caso;
Estratégia jurídica definida desde o início;
Atuação completa, negociação e ação judicial;
Equipe completa preparada para resposta rápida;
Atendimento por advogado especializado.


Marcelo Tapai, especialista em Direito Imobiliário






O Tapai Advogados trabalha há quase 20 anos na defesa do consumidor, com altíssima taxa de êxito em ações de distrato contra todas as grandes incorporadoras do país.
O sócio fundador, Marcelo Tapai (professor, autor de livros, palestrante e membro de entidades de defesa do consumidor), é reconhecido nacionalmente, com presença na mídia e atuação consolidada em casos complexos.
Aqui, o seu caso é tratado com estratégia jurídica por uma equipe de especialistas em distrato imobiliário.

Para quem são nossos serviços:
Já decidiu rescindir o contrato e não quer perder mais tempo;
Não quer ser enrolado pela construtora nem perder dinheiro;
Já percebeu que continuar com o imóvel não faz mais sentido;
Quer recuperar valores pagos com respaldo jurídico.



Contato pelo WhatsApp: seu caso é direcionado para um advogado especialista.
Análise jurídica imediata: sem enrolação, entendemos seu caso e agendamos uma conversa presencial ou virtual, com expectativas reais de prazos e valores.
Definição da estratégia: nossos advogados explicarão as melhores estratégias para o sucesso do caso.
Execução do distrato: atuação individualizada para cada caso, com etapas analisadas com critérios técnicos e jurídicos por um time capacitado.


Saiba quanto está sendo cobrado de forma indevida e equilibre essa relação na Justiça reavendo o que é seu por direito.

É importantíssimo ter em mente que, independentemente do que estiver no contrato, em boa parte dos casos é sempre possível questionar eventuais abusividades.
Por isso, antes de assinar qualquer documento, qualquer que seja ele, é indispensável consultar um advogado especializado em Direito Imobiliário para saber quais são os seus direitos e evitar um prejuízo.
Sim. Se a construtora ultrapassar o prazo de tolerância (geralmente 180 dias), o consumidor tem o direito de rescindir o contrato por culpa da empresa. Nesse caso, a Justiça determina a devolução de 100% de todos os valores pagos, incluindo comissão de corretagem, taxa SATI e multas, tudo com correção monetária e em parcela única.
Importante: A escolha entre desfazer o negócio ou manter o imóvel e receber indenizações é exclusivamente sua, e não da construtora.
Sim. A Justiça entende que o uso do CNPJ para cobrir apenas um grupo familiar é uma fraude. Na prática, seu plano é individual/familiar, independentemente de existir uma empresa no contrato, e, portanto, chamamos de “falso coletivo”. Como consumidor, você tem o direito de pagar o preço justo e ter os mesmos limites de aumento que qualquer outro cidadão.
As operadoras dizem que não, mas os tribunais dizem que sim. Quando o contrato é um “falso coletivo” (usado por uma família), a operadora é obrigada a respeitar o limite de reajuste anual da ANS para planos individuais. Se o seu boleto subiu acima desse índice, o valor é ilegal e deve ser revisado.
Se você precisou abrir uma MEI ou usar um CNPJ apenas para conseguir contratar o plano de saúde para você, seu cônjuge ou filhos, você está em um plano “falso coletivo”. Essa é uma manobra ilegal das operadoras para não venderem planos individuais. Se o plano é familiar no dia a dia, ele deve ser familiar na hora de pagar.
O problema é da operadora, que usou essa estratégia para burlar a lei. Para você, isso é a prova da irregularidade. A Justiça já pacificou que o “plano de saúde MEI” para fins familiares deve seguir as mesmas regras e reajustes baixos dos planos individuais. Nós entramos com a ação para declarar essa fraude e reduzir seu boleto.
As operadoras criam essa confusão para lucrar mais. Elas deixam de vender o plano familiar para empurrar o “empresarial” com reajustes livres. No entanto, se o beneficiário é você e sua família, a Justiça ignora o CNPJ e aplica as regras do plano familiar. O reajuste deixa de ser o que a operadora quer e passa a ser o que a ANS determina.
Sim. Uma vez comprovada a fraude do plano de saúde “falso coletivo”, nós pedimos o recálculo de todos os reajustes passados com base nos índices da ANS. O valor que você pagou a mais nos últimos 3 anos é devolvido, corrigido e com juros. O lucro ilegal da operadora volta para o seu bolso.
Além de não poderem aplicar reajustes abusivos, elas não podem esconder o cálculo. No plano “falso coletivo”, a falta de clareza é uma estratégia para esconder a fraude. Se a operadora não justifica o aumento e ainda usa um índice acima da ANS para sua família, a Justiça anula esse reajuste imediatamente.
Assim que você perceber que o seu plano “empresarial” está subindo muito mais que o anunciado para os planos individuais. O falso coletivo é uma armadilha financeira. Entrar com a ação é a única forma de garantir que sua família continue assistida sem ser vítima de preços extorsivos, ou ter que trocar de plano inferior, ou ficar até sem o convênio.
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